
Sem dúvida que para o começo deveremos mostrar o melhor... para depois começarmos a nossa lenta e inexorável descida para a mediocridade e tragédia para qual sem dúvida este espaço caminha. Os filmes deverão sem dúvida transmitir sentimentos aos espectadores, é o objectivo destes transmitir medo, raiva, pena, molhar os olhos e entupir narizes daqueles que pagaram um pequeno balúrdio para os ver. Os produtores e realizadores são medidos pela quantidade de água expelida pelas cavidades nasais e oculares das assistências e apenas aspirarão a prémios e recompensas se verdadeiros tsunamis forem criados em cada sala de cinema.
No meu filme favorito de todos os tempos os tsunamis foram de tal ordem que parcelas da terra mudaram-se para debaixo do oceano. Devo dizer que foi o único filme que me inspitou raiva de tal modo que se à minha frente na sala estivesse um alemão eu apunha-lo-ia sem misericórdia até que o seu corpo não passasse mais do que um coador. Devo dizer que me marcou imenso e que a história triste de toda uma desgraça de um povo está retratada em toda a sua força. Spielberg e Nielsen estão aqui em toda a sua glória e por mim, apesar de todos os prémios que ganhou deveria ser elevado à categoria de lenda e enterrado junto com a Amália no Panteão Nacional, mas por cima...
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