
Sendo crítico tenho o dever de criticar os outros críticos, especialmente de cinema! As maiores estrelas atribuídas nos vários jornais onde geralmente as suas colunas estão inseridas vão a maior parte das vezes para obras que não lembram ao menino Jesus... São os filmes Iraquianos daquela cineasta de burca sem uma perna que gosta muito de filmar cenas no deserto ao som das metrelhadoras ou daquele cinesta do Burquina-Faso que a galinha preta decepada é o centro de uma fábula qual Alice no País das Maravilhas! É um verdadeiro valha-nos Deus e muitas vezes parece que se dão ao trabalho de vasculhar pelas mais rabuscadas obras como sinal da sua aparente superioridade intelectual.
Por isso, ligo-lhes pouco... ou nada, mesmo nada e muitas vezes vejo-me em plena contradição com as suas avaliações geniais. Um desses casos é sem dúvida o filme Alexandre, O Grande. Vaiado pela crítica, este filme esbarrou sem dúvida nas mentes fechadas e preconceituosas destes "mestres" cinematográficos que o criticaram desde o momento da sua estreia e suspiraram aliviados quando saiu pela porta dos fundos das salas, sem ganhar qualquer Óscar!
Devo dizer que gostei do filme embora conheço bastantes que o consideraram mau. O actor, concordo, podia ser bem melhor e acho que Oliver Stone se precipitou na escolha, mas à parte disso ele lá se safa relativamente bem. O segundo problema é o facto de falar da homossexualidade tão abertamente, algo que muito pudor ainda mal disfarçado é transmitido pelas palavras e escrita dos génios da crítica.
Bastante acção, ficção histórica e alguns desempenhos surpreendentes como o caso de Val Kilmer que desempenha um brilhante pai de Alexandre, bastante neurótico e apaixonado!
Ah e a cereja no bolo... Jolie como mãe... era bom era... as festinhas de natal eram uma animação!!!

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