Neste caso a imagem pegou! Tendo pouco para fazer andava a fazer zapping no computador até que me aparece a imagem acima... tenho de admitir que foi o que foi necessário para me despertar a curiosidade. Isso e o facto de ter ganho dois prémios no festival de Sundance, único no mundo pelos filmes que passam, produções autónomas e geralmente de baixo custo. A história de Memo é como tantas outras. Nasce numa aldeia pobre, filho de gente pobre e sem futuro e que anseia por uma vida melhor! Mas aqui as diferenças acentuam-se da realidade! A água que rega o parco campo onde algum milho cresce tem de ser comprada a corporações que impedem o livre acesso a esta. O sentimento de revolta do jovem Memo leva-o a transgredir algumas regras impostas e a tragédia acontece, sendo Memo culpabilizado pelo que ocorre. Decide então fugir, tentar a sua sorte na grande cidade e daí ajudar a família! Neste mundo futurista existem mecanismos implantados na prórpia carne que controlam computadores, máquinas e rôbos e Memo vê-se tentado a procurar por alguém que o ajude a iniciar-se neste mundo sombrio de controle remoto. Memo descobre o amor, mas ao mesmo tempo a prisão que a privação da realidade e a falta de vontade própria começam a exigir!
O filme é um bom filme, de baixo custo mas que consegue transmitir um sentimento de que talvez não estejamos tão longe assim daquilo que o realizador e escritor Alex Rivera nos transmite através da película. Os efeitos especiais são fraquinhos, para não dizer bastante fraquinhos, mas que se diluem na bem conseguida história e que não comprometem a hora e meia de película... Fui...
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