
Ora o cinema coreano está novamente de parabéns! "Thrist" de Chan-wook Park, o mesmo realizador do excelente "Oldboy" do qual já escrevemos aqui, venceu o grande prémio do juri do festival de Cannes! Ora, como o senhor já tinha feito um dos filmes que mais me surpreendeu nesta conturbada vida, a notícia alegrou-me bastante e mal tive a oportunidade vi o filme! Mas bem... se gostei? Bem... aaaahhhh, talvez nim!
A história centra-se na personagem de Sang, um padre que passa os seus dias a dar extremas unções num hospital. A morte rodeia-o e cada vez mais questiona o seu propósito. Como forma de testar as suas crenças e fé, voluntaria-se para cobaia de testes de uma nova vacina criada para irradicar um virus letal. Mas o que acontece é que realmente ele encontra a morte, para logo depois se transformar num vampiro. Efeitos secundários do melhor...
O filme desenrola-se com a questão das crenças pessoais do nosso pobre padre quando entram em conflito com os desejos que esta nova identidade lhe traz. Sang torna-se irresistivelmente atraído para os prazeres carnais, algo que partilha Tae-Ju, uma mulher casada, com muitos parafusos em falta que atraída pelo desejo proibido descobre o segredo terrível do seu amante. Tae-Ju, primeiro fica horrorizada para depois se deleitar em atormentar o nosso bondoso padre vampiro que continua a sua batalha interna sobre o que é certo ou não... Vampiros com consciência... não se vê todos os dias...
A história centra-se na personagem de Sang, um padre que passa os seus dias a dar extremas unções num hospital. A morte rodeia-o e cada vez mais questiona o seu propósito. Como forma de testar as suas crenças e fé, voluntaria-se para cobaia de testes de uma nova vacina criada para irradicar um virus letal. Mas o que acontece é que realmente ele encontra a morte, para logo depois se transformar num vampiro. Efeitos secundários do melhor...
O filme desenrola-se com a questão das crenças pessoais do nosso pobre padre quando entram em conflito com os desejos que esta nova identidade lhe traz. Sang torna-se irresistivelmente atraído para os prazeres carnais, algo que partilha Tae-Ju, uma mulher casada, com muitos parafusos em falta que atraída pelo desejo proibido descobre o segredo terrível do seu amante. Tae-Ju, primeiro fica horrorizada para depois se deleitar em atormentar o nosso bondoso padre vampiro que continua a sua batalha interna sobre o que é certo ou não... Vampiros com consciência... não se vê todos os dias...
Ora bem... tenho de admitir que esperava mais... francamente muito mais de um realizador como Park, mas que fica aquém do que mostrou em "Oldboy". O filme desenrola-se em velocidade lenta, demasiado soturno e centrado demasiado em expressões e olhares. A loucura de Tae-ju traz um pouco de graça à película... mas não chega! Cannes que me perdoe... mas prémios há muitos... Fui!
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